
Todo ser humano tem necessidade de se aproximar e permanecer próximo a Deus, Criador e Provedor de todas as nossas necessidades e anseios.
Todo ser humano tem, de forma espontânea dentro de si, a necessidade de exteriorizar o seu desejo por Deus, sua admiração, reverência e senso de gratidão ao Criador. A Bíblia muitas vezes se refere a este sentimento como “Temor do Senhor”. No contexto bíblico, muitas vezes a palavra “temor” não significa necessariamente medo, mas sim um sentimento de grande reverência, respeito e comprometimento com a Vontade do Pai do Céu.
É uma necessidade natural dos seres humanos reconhecer a grandeza divina e comungar com essa Realidade além do nosso mundo físico (material), e a História mostra que todos os povos sempre procuraram modos de prestar culto a Deus, através de oração, música, oferendas, sacrifícios...
Um bom exemplo deste impulso natural é a história de Pierre Van Der Meer e sua família. Pierre não era batizado, e sua esposa Catherine havia feito apenas a primeira Comunhão, tendo, logo em seguida, abandonado totalmente a fé. A família fez uma viagem turística pela Itália, e nesse tour observaram que seu filho, o pequeno Pieterke, de apenas 5 anos, demonstrava grande interesse por tudo o que via nas igrejas católicas que visitavam. O menino, irrequieto, arteiro e muito agitado, ao entrar nos templos se colocava quieto e imóvel, observando tudo muito atento, com seus olhinhos intantis parecendo reverenciar tudo que havia no Altar e ao redor...
Depois da viagem, de volta à cidade de Uccle (Bélgica), onde residiam, poucos dias depois o menino voltou a surpreender a mãe com a seguinte pergunta: “Não entendo você e o papai. Na Itália, todos os dias entrávamos numa igreja. Aqui em Uccle nunca entramos em nenhuma. Por quê? Gostaria tanto de ir...”.
A mãe ficou impressionada. Depois de falar com o pai, resolveu ensinar o menino a rezar. Conta ela que era comovente a oração de uma criança que nunca tinha recebido o batismo nem ensino religioso. Mas foi através dessa criança que sua jovem mãe, afastada da Igreja, voltou a se ajoelhar e rezar, e, aos poucos, retomar o interesse pelas coisas de Deus. A Santa Missa no domingo é uma sagrada oportunidade para alcançar e conservar essa Comunhão com Deus, da qual tanto precisamos.
* Baseado na obra do Pe. Luiz F. Cintra, "Por que ir à Missa aos Domingos?" (Ed. Quadrante, 1989).
Todo ser humano tem, de forma espontânea dentro de si, a necessidade de exteriorizar o seu desejo por Deus, sua admiração, reverência e senso de gratidão ao Criador. A Bíblia muitas vezes se refere a este sentimento como “Temor do Senhor”. No contexto bíblico, muitas vezes a palavra “temor” não significa necessariamente medo, mas sim um sentimento de grande reverência, respeito e comprometimento com a Vontade do Pai do Céu.
É uma necessidade natural dos seres humanos reconhecer a grandeza divina e comungar com essa Realidade além do nosso mundo físico (material), e a História mostra que todos os povos sempre procuraram modos de prestar culto a Deus, através de oração, música, oferendas, sacrifícios...
Um bom exemplo deste impulso natural é a história de Pierre Van Der Meer e sua família. Pierre não era batizado, e sua esposa Catherine havia feito apenas a primeira Comunhão, tendo, logo em seguida, abandonado totalmente a fé. A família fez uma viagem turística pela Itália, e nesse tour observaram que seu filho, o pequeno Pieterke, de apenas 5 anos, demonstrava grande interesse por tudo o que via nas igrejas católicas que visitavam. O menino, irrequieto, arteiro e muito agitado, ao entrar nos templos se colocava quieto e imóvel, observando tudo muito atento, com seus olhinhos intantis parecendo reverenciar tudo que havia no Altar e ao redor...
Depois da viagem, de volta à cidade de Uccle (Bélgica), onde residiam, poucos dias depois o menino voltou a surpreender a mãe com a seguinte pergunta: “Não entendo você e o papai. Na Itália, todos os dias entrávamos numa igreja. Aqui em Uccle nunca entramos em nenhuma. Por quê? Gostaria tanto de ir...”.
A mãe ficou impressionada. Depois de falar com o pai, resolveu ensinar o menino a rezar. Conta ela que era comovente a oração de uma criança que nunca tinha recebido o batismo nem ensino religioso. Mas foi através dessa criança que sua jovem mãe, afastada da Igreja, voltou a se ajoelhar e rezar, e, aos poucos, retomar o interesse pelas coisas de Deus. A Santa Missa no domingo é uma sagrada oportunidade para alcançar e conservar essa Comunhão com Deus, da qual tanto precisamos.
* Baseado na obra do Pe. Luiz F. Cintra, "Por que ir à Missa aos Domingos?" (Ed. Quadrante, 1989).
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